terça-feira, 14 de junho de 2022

Farra de precatórios repercute nos corredores do governo Brandão

 


Repercutiu no meio político do Maranhão a revelação de que o governo Brandão pagou R$ 394 milhões em precatórios enquanto atrasa repasses, salários, diárias e até empréstimos judiciais.

Entre políticos e empresários maranhenses a decisão de priorizar precatórios em abril causou espanto, tanto pelo fato do ex-governador Carlos Brandão prevê apenas R$ 200 milhões para todo o ano, quanto em razão do histórico de negociatas envolvendo este tipo de pagamento.

No início do governo de Flávio Dino, Alberto Yousseff foi preso no Hotel Louzeiros enquanto negociava o pagamento de um precatório da Constran, de mais ou menos R$ 120 milhões, em troca da propina de R$ 6 milhões oferecida pelo doleiro da Lava Jato para agilizar o pagamento.

Na Praça Pedro II não se fala em outra coisa. Fontes dão como certa influência dos irmãos de Carlos Brandão na decisão de priorizar precatórios em detrimento de outras despesas do estado.

Há até quem aponte a participação de um advogado ligado ao clã Brandão, que trabalhou na vice-governadoria e representou uma construtora instalada no posto da família do governador-tampão em Colinas.

Mas isso é pauta para outra postagem, para quando o “cacique” do blog retornar de “New York” no Maranhão.

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