domingo, 22 de maio de 2022

Relação entre dinistas e brandonistas não é nada amistosa


 


Menos de cinquenta dias da posse de Carlos Brandão, a relação entre os membros do novo e do antigo governo não é nada amistosa.

Se por um lado dinistas reclamam do não cumprimento de acordos, brandonistas acusam antecessores de acharam que ainda mandam no governo.

O retrato do governo de Brandão é muito diferente das fotos de pré-campanha. Flávio Dino, Marcio Jerry e Ricardo Cappelli medem forcas o tempo inteiro com Sebastião Madeira, Luís Fernando Silva e Zé Reinaldo.

A crise mais recente envolveu a Secretaria de Cidades, comandado pela esposa de Jerry, e terminou no gabinete do governador. A pasta fora esvaziada por Luís Fernando Silva, o que inviabilizou o cumprimento de acordos com aliados de Jerry e Dino.

A confusão foi parar na mesa de Zé Reinaldo Tavares, que subiu o tom contra os aliados do ex-governador e mostrou quem de fato manda no Palácio dos Leões.

Outra razão de discórdia no ninho do PSB é Ricardo Cappelli. O governador tampão está decidido a demiti-lo da Secom, mas teme retaliações nas convenções eleitorais, pois o “pit bull albino da Laranjeiras” é tesoureiro estadual do PSB.

É nesse clima conturbado que a chapa Brandão / Dino caminha  para as eleições de outro. 

Na semana passada, Dino e Brandão já deram sinais do desgate na relação. O ex-comunista não fez qualquer menção à cirurgia de Brandão e o atual governador permitiu ataques ao antecessor durante entrega de peixes e obras na cidade de Turiaçu.

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