segunda-feira, 28 de março de 2022

Faltam 3 dias para o Maranhão se libertar do governador dos IMPOSTOS

Desde que assumiu em 2015, Flávio Dino aumentou IMPOSTOS que dificultaram a vida dos Maranhenses

Flávio Dino entrega o estado na Extrema-pobreza e com uma alta carga tributária

Desde que assumiu o comando do estado, em janeiro de 2015, o ainda governador Flávio Dino (PC do B / PSB), não fez outra coisa a não ser massacrar com os maranhenses – por 8 (Oito) vezes, Dino encaminhou à Assembleia Legislativa do Maranhão, mudanças nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, com isso, a GASOLINA, com imposto de 30,5% ficou mais cara, a CONTA DE LUZ, com 20% ficou muito mais cara, gêneros alimentícios da cesta básica ficaram mais caros e até na conta de internet e celular, o governador Flávio Dino interferiu e a conta pesou.

Não bastasse os aumentos de preços com as mudanças nas alíquotas do ICMS, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, apontaram que o Maranhão aumentou o índice de Pobreza Extrema, desde que o governador Flávio Dino assumiu o comando do estado – de 2015 a 2020.

Durante estes 7 anos e 3 meses sob o comando de Flávio Dino, os maranhenses ficaram mais pobres, mais miseráveis e com uma extrema vulnerabilidade até para conseguir comida é o que apontou também a Organização das Nações Unidas – ONU.

Flávio Dino aumentou todos os impostos, taxas no estado, dificultando severamente a vida dos maranhenses e com impostos altíssimos, impossibilitou que fábricas e indústrias de transformação, que geram empregos, viessem se instalar no Maranhão, com isso os maranhenses ficaram DESEMPREGADOS e muitos não conseguiram colocar sequer um prato de comida na mesa – a solução encontrada pelo governador foi alugar galpões e instalar Restaurantes Populares pelo estado e gastar muito dinheiro com PROPAGANDA para divulgar a esmola dada pelo governo, ou seja, impossibilitou a abertura de empresas que pudessem gerar empregos e renda aos maranhenses, e em contrapartida, abriu restaurantes aos maranhenses desempregados.

Após 7 anos e 3 meses de mazelas, Flávio Dino entrega um estado quebrado, sobrevivendo de arrecadação de impostos, sem investimentos, sem infraestrutura sem avanços de desenvolvimento, mas deixa um legado de reformas de feiras, mercados, praças, pavimentação de ruas com bloquetes, asfalto sonrisal e outras intervenções que os palacianos insistem em chamar de obras.

Em tempo: com os aumentos de Flávio Dino no ICMS, a cada litro de gasolina que os maranhenses abastecem seus veículos, R$ 2,15 (Dois Reais e quinze centavos) vão direto para os cofres do Palácio dos Leões.

E mais: a cada R$ 100,00 (Cem Reais) que os maranhenses pagam na conta de energia elétrica (CONTA DE LUZ), R$ 20,00 (Vinte Reais) caem direto na conta do governo Flávio Dino.

Pra fechar: com altas nos impostos de Flávio Dino, empresas, fábricas e indústrias que poderiam se instalar no Maranhão, correram para os estados vizinhos, Tocantins e Piauí, para fugir dos impostos.

F.U.I: não foi à toa que o IBGE e a ONU classificaram o Maranhão como o estado mais miserável do Brasil, desde 2015.  

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