quarta-feira, 19 de maio de 2021

Esvaziado, longe da base e sem decisão, PT do Maranhão busca aproximação com Carlos Orleans

Há tempos, o PT no Maranhão não tem legitimidade com as bases e as causas sociais, até as decisões partidárias são tomadas pela nacional

Carlos Orleans (centro), ladeado por dirigentes do PT maranhense

Dirigentes do Partido do Trabalhadores tem apenas a ata de posse cartorial nas mãos, sem ações sociais, sem bandeiras e sem causas no Maranhão, as decisões do partido são tomadas exclusivamente pelo diretório nacional – esta intervenção tem ocorrido no mínimo há cinco eleições.

Longe das bases, das zonais e dos movimentos sociais, o PT no Maranhão tem servido apenas para garantir cargos comissionados no governo Flávio Dino (PC do B), nada além disso.

A mais nova “jogada” dos dirigentes do partido no Maranhão é tentar vender o que não tem para o vice-governador do Maranhão, Carlos Orleans (PSDB), desconhecido que deve ocupar o cargo de governador para concorrer ao cargo de governador.

Em tempo: o PT maranhense não tem poder de nada em questões de alianças partidárias no pleito do ano que vem.

E mais: além do Maranhão, que era costumeira a intervenção, diretórios estaduais em todo o país serão orientados pela nacional para acordos nos estados.

Pra fechar: mais do que nunca, o PT vai precisar de suas bases fortes para concorrer à presidência com o ex-presidente Lula, e o partido maranhense está muito longe de dar apoio a qualquer candidato.   

F.U.I: até mesmo durante a pandemia, não se viu os dirigentes do PT realizarem uma ação social, nem cestas básicas se articularam para entregar nas comunidades maranhenses – estão muito longe das bases - Lula que se cuide no Maranhão!

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