segunda-feira, 13 de julho de 2020
Empresários quem comandam o Consórcio Central, Gilson Gonçalves (Ratrans) e Zé Luís Medeiros (Taguatur), não respeitam consumidores e muito menos a justiça
Não tem promotor de justiça, Ministério Público e decisões do Tribunal de Justiça do Maranhão que dê jeito nos empresários que comandam o sistema de transporte coletivo da capital maranhense – decisões da justiça servem para serem jogadas na cesta de lixo do Terminal da Praia Grande.
Inúmeras decisões, termos de ajustamentos de condutas assinados com órgãos da justiça não são capazes para que os responsáveis concluam a reforma do Terminal de Integração do Centro Histórico de São Luís.
Os responsáveis pelas obras, que estão abrigando usuários de Crack e ladrões de celulares são os empresários que exploram há anos os serviços de transportes de passageiros de São Luís, eles comandam o Consórcio Central, Gilson Gonçalves (Ratrans) e Zé Luís Medeiros (Taguatur), mesmo com várias decisões na justiça – eles não estão “Nem ai”.

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