segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Senador Roberto Rocha tenta “embarcar” de mala e cuia na candidatura de Braide; vaga de vice será do “Robertinho”
O senador Roberto Rocha (PSDB), já tem sua estratégia montada para esta eleição em São Luís. O objetivo principal do senador é garantir espaço para o filho, o ex-vereador Roberto Júnior. Aliás, o senador tem utilizado deste artifício que não é de agora. Num passado mais recente (2012), ele figurou como vice-prefeito de São Luís, na primeira gestão de Edivaldo, após ter entregado o Partido Socialista Brasileiro – PSB, em troca da vice e do mandato do filho na Câmara de São Luís.
Em 2014, dois anos depois, Roberto se aproximou de Flávio Dino para abocanhar uma vaga ao Senado Federal – naquele ano, ele e Dino foram eleitos, o primeiro para Câmara alta, e segundo ao governo do estado, respectivamente. Parecia que a “parceria” seria duradoura, contudo, não restou um São João para tudo terminar.
Em 2016, já consolidado como o Senador do Maranhão, e já no “poleiro” tucano, Rocha jogava duro e parecia que iria alçar novos voos, deu uma “bicada” no candidato que surfava com boas intenções de votos à prefeitura de São Luís, o deputado Wellington do Curso, que caiu na “lábia” do tucano, abriu a vice para “Rochinha”, prometeu rios e fundos ao candidato e não cumpriu nada – o resultado foi que Wellington desidratou durante a “campanha” coordenada por Rocha e alcançou, apenas o terceiro lugar na disputa.
Em 2018, Roberto Rocha parece ter ficado de fora da disputa, já que seu mandato terminará apenas em 2022 – resolveu atuar nos bastidores.
Agora em 2020, ele já lançou a mesma estratégia cansada – vai de Eduardo Braide, que “surfa” nas intenções de votos à prefeitura de São Luís, e para isso a estratégia é mesma – usa o PSDB, a “influência” com Bolsonaro; em troca quer a vice na chapa de Braide.
Em tempo: esse parece ser o tiro de misericórdia do senador que parece não ter fôlego, densidade eleitoral e estrutura para se reeleger ao Senado Federal em 2022.
E mais: assim é a estratégia do tucano, sem densidade eleitoral, sem povo e com estrutura partidária vai “pulando” de poleiro em poleiro até alcançar seus objetivos, será que Braide vai cair na mesma “arapuca” que Wellington caiu????

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