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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Grilagem na “Gleba Cajueiro” vai ressuscitar defunto
Este Blog investiga uma série de ações pra lá de criminosas na gleba Cajueiro, que vão desde a sua “regularização” em fevereiro de 2001, até os dias atuais, em que a WPR SAO LUIS GESTAO DE PORTOS E TERMINAIS LTDA e CHINA COMMUNICATIONS CONSTRUCTION COMPANY, insistem serem as donas da área – não são!
Pois bem, analistas contratados por este Blog para fazerem uma severa varredura em documentos sigilosos a que tivemos acesso com exclusividade, apontam que desde a regularização da Gleba Cajueiro, área até então foreira à União, e assentada e regularizada pela então governadora Roseana Sarney, em fevereiro de 2001, mostra que o interesse pela área é antigo e retrata até mesmo o escândalo da Usimar, ao qual a área foi incorporada a gleba Cajueiro. Para quem não se lembra, a Usimar Componentes Automotivos Ltda, constituída em 1999, conseguiu aprovar um projeto que fraudou os cofres públicos em R$ 44 Milhões, para uma fábrica de peças automotivas a ser instalada em São Luís (MA), o dinheiro veio da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) – tudo nas mesmas terras do Cajueiro.
Na época, o esposo da governadora, Jorge Murad, que era secretário de estado, foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF), por atos de improbidade administrativa – o processo tramita até hoje!
Contextualizações sobre o Cajueiro à parte, a Matrícula 25.309, Ficha 42 A, do 2º Cartório de Registro de Imóveis de São Luís, a qual o Blog teve acesso, demonstra o interesse da então governadora Roseana Sarney, pelas gleba Cajueiro, tanto que à época, ordenou o seu secretário de agricultura, Francisco de Assis Milhomem Coelho, o “Chico Coelho de Balsas” a realizar um assentamento com os moradores da região, notadamente moradores da comunidade tradicional – isso foi feito e lavrado no documento de escritura da gleba. Naquela oportunidade, que ficou responsável direto foi o presidente do ITERMA, a façanha do assentamento e documentação, Marcos Kowarick, do PC do B, partido do atual governador do Maranhão, Flávio Dino, mas esta é outra história, na qual vamos chegar até o comandante atual do estado, até o final desta série de reportagem.
De acordo com o Registro do Imóvel, a área de terras do Cajueiro, mede 610, 0172 Hectares, compreendido no Trecho Tibiri – Pedrinhas, e desde que a ex-governadora regularizou as terras, não consta em suas lavraturas, em momento algum, nenhuma menção a outros donos, ou compra e venda da área. Eis que surge na disputa pelas terras, a empresa de Holding BC3 HUB, situada próximo à Mirante, na Avenida Ana Jansen. Para quem ainda não se antenou, ou desconhece, “Holding” é uma empresa que detém a posse majoritária de ações de outras empresas, uma espécie de pirâmide de finanças e negócios com vários investidores – ela se diz dona da Gleba Cajueiro, e o pior: foi ela que “vendeu” a área para a W Torre, empresa que tem negócios de investimentos com a WPR e China Communications para construir e operar o Porto São Luís.
Em tempo: nesta série de postagens vamos revelar com provas, como é peculiar neste veículo de comunicação de massa, a forma como uma Certidão de Cadeia Sucessória serviu para montar toda a fraude no Cajueiro.
E mais: levantamentos preliminares dos documentos, apontam que a Certidão de Cadeia Sucessória da Holding BC3 HUB, serviu para enganar o Cartório de Registro de Imóveis de São Luís, a W Torre, o Governo do Maranhão e o Tribunal de Justiça do Maranhão, ou NÃO!
Pra fechar: os empresários, proprietários da Holding BC3 HUB,  Helcimar Araújo Belém Filho e Carlos Cesar Cunha, deram nó em trilho.
CONTINUA...

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