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terça-feira, 5 de junho de 2018

Com a panelinha dos amigos de Márcio Jerry – já que Flávio Dino não tem qualquer vínculo com a cultura maranhense – governo comunista promove São João descaracterizado com artistas nacionais


[caption id="attachment_7748" align="alignnone" width="999"] Para quem usa chapéu de boiero e matraca em pleno carnaval, Flávio Dino está adequado a um São João com Agnaldo Timóteo[/caption]

O governador Flávio Dino (PC do B), descaracterizou os últimos quatro carnavais maranhenses para fazer graça aos seus amiguinhos comunistas, que receberam para cantar nos bailes pagos com dinheiro público.


Agora, faz isso também com o São João, em que deixa de fora artistas com forte vínculo com a cultura maranhense de raiz, para botar nos palcos amiguinhos de faculdade – sobretudo do ex-secretário Márcio Jerry, já que Dino tem pouca ou nenhuma relação com as artes e a cultura maranhense.


O “São João de Todos Nós” terá artistas como Fagner, mais conhecido pela música romântica, e Agnaldo Timóteo, lenda viva do bolero, mas de pouca afinidade com o bumba-meu-boi ou os ritmos que marcam as festas juninas do Maranhão.


Artistas maranhenses tiveram que se submeter a um edital, que pedia, dentre outras coisas, até mesmo atestado de quitação com a Caema (?).


E muitos, como Mano Borges, foram desclassificados por não atenderem aos critérios do evento.


Ora, que critérios usaram os gênios da cultura do governo comunista para definir que Agnaldo Timóteo e Fagner tem a ver com o São João do Maranhão e Mano Borges não?


[caption id="attachment_7749" align="alignnone" width="999"] Filiada ao partido de Flávio Dino, Leci Brandão, ao lado do agressor de mulher, Netinho, ganhou cadeira cativa nas viradas do ano comunista[/caption]

A panelinha comunista na cultura tem provocado aberrações como a presença de Elza Soares cantando no Carnaval ou a comunista Leci Brandão fazendo shows da virada um ano atrás do outro.


Outros artistas, como Betto Pereira e Carlinhos Veloz, também ignorados nos editais culturais do governo, manifestaram sua crítica de forma dura ao governo, mostrando, inclusive, que não precisam de editais para cantar em sua própria terra.


O São João vermelho de Flávio Dino é uma aberração cultural que descaracteriza a cultura maranhense.


É mais uma “avermelhação” dos signos e símbolos mais significativos do estado…


Com informações de 'Estado Maior', de O EstadoMaranhão

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