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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Para o GAECO, Breno Morais é o cabeça da Organização Criminosa que tomou conta do futebol


[caption id="attachment_7970" align="alignnone" width="571"] Sérgio Frota e Breno Morais "ligação perigosa"[/caption]

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio do GAECO, protocolou na última terça-feira (26), ação contra 17 membros suspeitos de fraudar resultados de partidas de futebol. A ação foi protocolada na 4ª Vara Criminal da Comarca de João Pessoa. No documento, o órgão pede a condenação dos acusados com base, principalmente, em crimes previstos no Código do Processo Penal e no Estatuto do Torcedor.


Dentre eles está Breno Morais Almeida, vice-presidente do clube Botafogo, que foi interceptado numa ligação com o deputado estadual maranhense, Sérgio Frota - PR. Na conversa grampeada pela Polícia Civil, Breno aparece solicitando que o deputado mantivesse articulação com o juíz maranhense que iria apitar a partida Botafogo x Altos, o maranhense Ranilton Oliveira.


Sérgio Frota disse que iria resolver a situação e pediu que a conversa continuasse à noite.


O Botafogo venceu o jogo pelo placar de 1 a 0. O árbitro do jogo foi de fato o maranhense, da cidade de Imperatriz, como o próprio deputado fala no telefonema, Ranilton Oliveira.


Para explicar com maior detalhe o funcionamento da “organização criminosa” (Orcrim) descrita no processo, o GAECO dividiu, na denúncia, o grupo em três. Cada um, com sua especificidade o núcleo dos diretores/líderes, supervisores e logística.


Veja a composição de cada núcleo:
❖ núcleo dos gestores/líderes:
1. Amadeu Rodrigues da Silva Junior, presidente da FPF
2. Breno Morais Almeida, vice-presidente do clube Botafogo
3. Lionaldo dos Santos Silva, presidente do STJD
4. Marinaldo Roberto de Barros, procurador do STJD
5. Jose Renato Albuquerque Soares, membro da Comissão Estadual de Árbitros de Futebol
6. Severino Jose de Lemos, membro da Comissão de Arbitragem
7. Genildo Januario da Silva, vice-presidente do Sindicato dos Árbitros
❖ núcleo dos supervisores:
8. Adeilson Carmo Sales de Souza, atuou na Comissão de Arbitragem
9. Antonio Carlos da Rocha, árbitro
10. Antonio Umbelino de Santana, árbitro
11. Eder Caxias Meneses, árbitro
12. Francisco de Assis da Costa Santiago, árbitro
13. João Bosco Sátiro da Nobrega, árbitro
14. Jose Maria de Lucena Netto, árbitro
15. Tarcisio Jose de Souza, árbitro
16. Josiel Ferreira da Silva, árbitro
❖ núcleo da logística:
17. Jose Araujo da Penha, funcionário da FPF
As condutas da Orcrim foram divididas em três:
❖ Condutas-Fim
✓ Manipulação de resultados;
✓ Fraude no sorteio da arbitragem;
✓ Favorecimento / proteção em decisões da Justiça Desportiva.
❖ Condutas — Meio
✓ ‘tráfico de influência;
✓ Falsidade ideológica;
✓ Coação no curso do processo;
✓ Intimidação / represálias.
❖ Condutas Operacionais
✓ Proteção institucional;
✓ Poder de informação;
✓ Poder midiático;
✓ Poder politico / institucional.

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