Assembleia Legislativa do Maranhão

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Não importa se não há provas, o que importa mesmo é o julgamento do ex-presidente Lula e sua condenação a não disputar a eleição em 2018.



Editorial

O "The New York Times", considerado o mais importante jornal do mundo, publicou um editorial em que expõe graves falhas no processo contra o ex-presidente Lula, aponta a parcialidade de juízes envolvidos no julgamento do caso do tríplex e afirma que a democracia brasileira está à beira do abismo.


Declaração do periódico norte-americano expõe os duros golpes em que o Brasil vem sofrendo com uma troca de tiros entre membros do judiciário e da classe política, uma disputa que parece não ter trégua.


Os membros do judiciário cada vez mais "picados pela mosca azul" são exímios protagonistas na imprensa nacional, principalmente a Rede Globo, que terminou de jogar a classe política no esgoto e em contrapartida, alavancou figuras do judiciário brasileiro, instigando-os até a se lançarem candidatos à Presidência da República.


Os graves erros que ocorreram no governo do Partido dos Trabalhadores - PT, e foram muitos, não podem ser atribuídos, única e exclusivamente a seu maior líder político, Luís Inácio Lula da Silva. Que por todo desbaratamento feito com a classe política, restou à ele SEM PROVAS ALGUMA, um triplex, que nunca esteve em seu nome, nunca foi seu, está registrado no Cartório de Ofício de Imóveis do Guarujá em nome da OAS, e por último, figura como uma ação judicial em que o imóvel foi penhorado.


A decisão do “imbróglio” do tríplex, foi da juíza Luciana Corrêa Tôrres de Oliveira, da 2ª. Vara de Execuções de Títulos Extrajudiciais do Distrito Federal (que não faz parte da Justiça Federal), que determinou que o apartamento 164-A do Condomínio Solaris, no Guarujá, (o mesmo que o juiz Sérgio Moro afirma ser de Lula), fosse penhorado para o pagamento de dívidas da OAS com uma terceira empresa – portanto, mesmo já condenado por causa do apartamento, Lula nem poderá reivindicar nada sobre o imóvel.


Mas, mesmo com todos os argumentos da defesa do ex-presidente, o que vale mesmo para o judiciário brasileiro é a delação "testis unus, testis nulus" de Léo Pinheiro em que o juiz Moro tem "convicção" do crime cometido por Lula, NÃO TEM PROVAS, MAS TEM CONVICÇÃO.


Portanto, estamos à beira de mais um golpe no Brasil, e desta vez, ele não será protagonizado pelo poder legislativo, será a vez do golpe do judiciário, que julga e condena sem provas, tal qual foi no impeachment.

Um comentário:

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    Com GARANTIA
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