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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Propaganda do Governo do Maranhão, onde o esgoto escorre para o mar está próprio, conforme placa



A “língua negra” - fenômeno caracterizado por especialistas como o despejo de esgoto 'in natura' na orla da Ilha - voltou a aparecer no Rio Calhau, ao lado do parquinho da Avenida Litorânea, em pleno período de férias. O Estado comprovou o problema, em registro feito na tarde de ontem, segunda-feira (15). Procurado, o Governo do Maranhão não se pronunciou sobre o assunto, até o fechamento desta edição.


Devido ao lançamento de resíduos em um trecho apontado pelo Governo por meio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) como “próprio” - conforme atestam a placa fixada pela pasta no local e o laudo expedido pelo órgão ambiental no dia 11 deste mês -, o mau cheiro incomodava a quem passava próximo. “É uma vergonha a gente ver essa praia nesta situação”, disse o autônomo Raimundo Aguiar, que esteve na praia ontem, tentando aproveitar as férias dos seus filhos.


A mancha escura era mais visível por causa do movimento de vazante da maré, quando a faixa de areia apresentou uma extensão maior. A primeira denúncia acerca da existência do despejo de resíduos em um dos trechos mais frequentados da orla da cidade foi registrada em 2015, quando uma foto aérea da “língua negra” viralizou nas redes sociais. Após a repercussão e vários compartilhamentos, técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmam) começaram a monitorar o trecho.


Problema já denunciado

Não é a primeira vez que O Estado alerta para os problemas na orla da Ilha. Em sua edição de ontem, 15, foi publicada reportagem que confirmou o veto, pelo Governo, de aproximadamente 80% da praia da Ponta d’Areia, considerada a mais poluída da cidade, de acordo com o último laudo da Sema. Mesmo diante da constatação, vários banhistas usaram o mar na manhã de domingo, 14.


Em setembro de 2016, a Comissão de Assuntos Municipais e de Desenvolvimento Regional da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (AL) realizou uma audiência pública em que especialistas de diversas áreas questionaram os métodos utilizados pela Sema na coleta de amostras que geram os laudos.


No mês seguinte, funcionários da Estação de Tratamento de Esgoto do Vinhais, entregue pela atual gestão do Governo do Maranhão, informaram que à época a unidade de saneamento apresentava uma capacidade de purificação da água inferior à 50%. Ninguém do Governo se pronunciou sobre o problema. O Estado voltou a questionar ontem, 15, o governo estadual sobre o atual funcionamento da Estação do Vinhais. No entanto, não obteve resposta.


Números

Dia 11 de janeiro foi o dia de liberação do resultado do último laudo de balneabilidade, expedido pela Sema.


R$ 45 milhões foi a multa aplicada pela Semmam à Caema, após comprovação da “língua negra”


Com informações de O Estado

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