Assembleia Legislativa

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Policial Militar foi preso com carro roubado, e forte armamento capaz de derrubar até helicóptero do CTA
O 2º sargento da Polícia Militar do Estado do Maranhão, Geovane Silva dos Santos foi preso na manhã de ontem, domingo (20), com várias armas, munição e um veículo com registro de roubo.
A prisão do policial foi efetuada pela Polícia Rodoviária Federal no Km – 260, da BR -316 na cidade de Santa Inês. Geovane foi abordado quando estava no veículo Corolla, estacionado no acostamento da rodovia. O carro foi roubado em maio deste ano na cidade de Imperatriz, (MA).
Armamento encontrado com o policial militar: parece que ele se preparava para uma guerra
Dentro do veículo foram encontradas duas pistolas .40, uma escopeta calibre 12, munições de pistola, fuzil e de metralhadora ponto 30, capaz de derrubar até helicóptero do Centro Tático Aéreo – CTA.
O policial que está lotado no destacamento de estreito, região tocantina foi preso em flagrante e levado para a Delegacia Regional de Santa Inês. 
Em tempo: algo de muito estranho paira sobre este caso, que deve ser elucidado pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais - SEIC e pelo próprio Comando da PMMA. 
sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Às vésperas do afastamento de Dilma, Lava Jato rejeitou delação que prenderia Temer
Conversas no Telegram, mostram que procuradoria não viu interesse público nas acusações contra o então vice em 2016. “Você acha que o Supremo ia me autorizar?” se defende Janot.
Duas semanas antes de Michel Temer assumir a presidência interinamente devido ao afastamento de Dilma Rousseff, pelo processo de impeachment na Câmara em 17 abril de 2016, a Operação Lava Jato recebeu um “anexo-bomba” de uma delação premiada que, se aceito, poderia ter mudado os rumos da história recente do país. Conversas entre procuradores da Lava Jato no Telegram, obtidas pelo The Intercept e analisadas em conjunto com o EL PAÍS, permitem rastrear o momento exato em que a procuradoria teve em mãos informações que poderiam levar a uma investigação do então vice-presidente por suspeita de corrupção. Na época, porém, os procuradores consideraram que as declarações não atendiam ao “interesse público” e não aceitaram a proposta de delação. Mas, três anos depois, essa mesma delação foi utilizada pela Lava Jato para uma ação penal contra Temer e para pedir a prisão preventiva dele, já na condição de ex-presidente.
No exato dia em que procuradores do Paraná receberam o documento da delação contra Temer, em 2016, o então advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fazia a defesa de Dilma Rousseff na comissão do impeachment da Câmara dos Deputados. Marcelo Odebrecht já havia sido condenado pela Lava Jato e o ex-presidente Lula também fora alvo de um mandado de condução coercitiva. Temer, por sua vez, era apontado como um dos articuladores do impeachment. Neste cenário, a acusação contra ele não era um evento trivial. Naquele ano, a Lava Jato fechou pelo menos 108 acordos de delação, segundo a planilha Colaboração Todos (19.12.2017) compartilhada no Telegram pelos procuradores. Isso sem contar os acordos de leniência com empresas.
Imagem do "anexo-bomba" da delação de José Antunes Sobrinho, sócio da Engevix, de 2016
Era um momento peculiar, o auge da operação, como relata o ex-procurador-geral Rodrigo Janot em suas memórias recém lançadas Nada mais que Tudo. “Eu só não diria que éramos mais populares que Jesus Cristo porque não quero cometer o mesmo erro de um dos Beatles, que ousou tocar em um mito religioso, sem se dar conta do peso da religião”, escreveu Janot, no livro. “O fato é que nós, procuradores, juízes e policiais, experimentávamos uma popularidade nunca vista antes no meio jurídico”, acrescentou.
Em 21 de junho de 2017, e com Temer já no poder e enfrentando problemas com Janot, o procurador Athayde Ribeiro disse nas conversas de Telegram que a menção ao então vice feita um ano antes era um “anexo-bomba”. Àquela altura, Temer já era presidente oficial desde agosto de 2016, quando o Senado confirmou o impeachment de Dilma. “Leo, so rememorando q Rj, PR e BSB ja haviam negado acordos pra Engevix e executivos. Os anexos da epoca nao se mostraram interessantes; e tb pq nao se mostraram confiaveis, tentando jogar c "anexos bomba" aos 45 do segundo tempo, tentando nos intimidar c a Veja e por n ter apresentado provas de corroboracao”, disse o procurador Athayde Ribeiro ao procurador Leonardo Cardoso de Freitas no Telegram — a grafia original usada nos chats foi preservada. A menção à Veja parece remeter, na verdade, a uma reportagem da revista Época (semanal que concorre com a Veja) que publicou em abril de 2016 as revelações que Antunes tinha em sua proposta de delação.
Do "não" documentado à volta por cima em 2018
Diante da postura de procuradores da Lava Jato de Curitiba, Brasília e do Rio de Janeiro de rejeitar insistentemente o acordo de delação premiada com Antunes em 2016, seus advogados protocolaram ainda naquele ano uma petição no Ministério Público Federal no Paraná para reiterar que o empreiteiro continuava interessado no acordo. Em resumo, os advogados de Antunes pediram que, caso a proposta fosse rejeitada definitivamente, os procuradores assumissem por escrito que essa recusa partiu deles e prometessem que eles não usariam as informações em nenhuma investigação contra o empreiteiro.
Cópia do depoimento de José Antunes Sobrinho, da Engevix, em 2018, no inquérito dos Portos
Em 24 de junho de 2016, o procurador Paulo Galvão compartilhou com os colegas o texto da certidão que foi entregue aos advogados. “Cumpre, preliminarmente, certificar que as negociações para eventual acordo de colaboração premiada com o réu José Antunes Sobrinho foram formalmente encerradas, consoante informado aos causídicos em reunião realizada em 5 de abril de 2016, na sede da Polícia Federal de Curitiba”, diz um trecho da certidão, que alegou genericamente “ausência de interesse público na continuidade das negociações”.
A delação de Antunes acabou retomada e homologada em 2018 por um caminho tortuoso. Temer foi delatado numa operação de enorme apelo midiático pelo empresário Joesley Batista, sócio da JBS, em maio de 2017, quando vieram à tona as conversas gravadas por Joesley em que Temer disse “tem que manter isso, viu?” depois de o empresário relatar que estava com as “pendências zeradas” com o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), ex-presidente da Câmara e aliado de Temer que deflagrou o processo de impeachment contra Dilma.
Nessa conversa gravada, Temer também recomendou a Joesley que procurasse o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, para resolver problemas da JBS no governo. Após combinações com o empresário, Rocha Loures recebeu uma mala de propina de 500 mil reais, que, segundo Joesley e investigações da Lava Jato, eram destinados a Temer. Essa mala de dinheiro motivou a primeira ação penal apresentada contra Temer A ação penal acabou tendo a tramitação suspensa pela Câmara dos Deputados em agosto de 2017.
As conversas de Rocha Loures com representantes da JBS, no entanto, também levantaram suspeitas sobre outro assunto, de que uma nova lei para a gestão de portos brasileiros, sancionada por Temer em 2017, visava uma troca de propinas de empresas do setor portuário. Foi então que a delação da Engevix ganhou uma nova chance num inquérito sobre portos, que investigou, ao longo de 2017 e 2018, a atuação de Temer na sanção dessa nova lei do setor. A PF argumentou que o coronel Lima tinha recolhido propinas para Temer de empresas do setor portuário, da JBS e também no caso da Engevix. Antunes finalmente assinou acordo de colaboração com a Polícia Federal —e não com os procuradores diretamente— em junho de 2018, quando faltavam seis meses para Temer deixar o poder.
O inquérito dos portos motivou uma ação penal contra Temer. Quando ele deixou o Planalto e perdeu a prerrogativa de foro privilegiado, o caso da Engevix e da Eletronuclear foi distribuído para o juiz Marcelo Bretas e a força-tarefa da Lava Jato no Rio. No fim de fevereiro de 2019, já sob o Governo de Jair Bolsonaro, Antunes prestou novo depoimento a procuradores do Rio, como parte de sua delação homologada pelo ministro Roberto Barroso. Repetiu a versão apresentada em abril de 2016 da propina de 1 milhão de reais a Temer, por intermédio do coronel Lima, em troca de contrato na Eletronuclear. Acrescentou que as negociatas também envolveram seu ex-ministro Wellington Moreira Franco e o empresário Rodrigo Castro Neves (ex-sócio do ex-senador Eunício Oliveira).
Um mês depois desse depoimento, Temer foi preso preventivamente com base nesse relato e nas investigações complementares sobre como funcionou um esquema de corrupção da Eletronuclear. Já tinham vindo à tona os comprovantes bancários e e-mails envolvendo o pagamento delatado por Antunes – e os procuradores, então, foram atrás e conseguiram o depoimento espontâneo do empresário Marcelo Castanho, diretor da Alúmi, que fez o repasse de 1 milhão de reais para o coronel Lima. Para prender Temer, os procuradores também argumentaram que o ex-presidente era acusado em ações penais de ter sido beneficiário de propinas e que era investigado em outros inquéritos por corrupção. Temer ficou menos de uma semana na cadeia e hoje responde em liberdade ao processo.
Sem consistência, segundo Janot
Em entrevista ao EL PAÍS, o ex-procurador-geral Rodrigo Janot defende sua decisão, em 2016, de rejeitar a delação de Antunes. Ele diz avaliar que não conseguiria apoio no Supremo Tribunal Federal para abrir uma investigação contra Temer com base no relato. “Você acha que o Supremo ia me autorizar a investigar o vice-presidente da República com algo que não era consistente?”, afirmou. Pelo cargo que ocupava, Janot foi o último responsável por rejeitar a delação da Engevix em 2016. O ex-procurador-geral reconhece que sabia da menção ao então vice-presidente na proposta de delação de Antunes, e que era “informado o tempo todo sobre a delação da Engevix”. Porém, desqualificou o delator como fonte crível, embora o empreiteiro tenha sido considerado fidedigno pela Polícia Federal, em 2018, pela ex-procuradora-geral Raquel Dodge e por procuradores do Rio em 2019.
Janot argumenta que Antunes “titubeava o tempo todo” e que o caso Engevix foi “sem importância”. “Não era acordo relevante para a gente. Tanto foi que quando teve algo concreto, [Temer] caiu. Caiu não, mas foi processado duas vezes”, disse, sem especificar o que seria “algo concreto”.
Em seu livro, Janot afirmou, de maneira errônea, que a prisão do ex-presidente foi motivada pelo caso da mala de dinheiro da JBS entregue ao ex-deputado Rocha Loures (MDB). Mas Temer, na verdade, foi preso por ordem do juiz Bretas, a pedido da força-tarefa da Lava Jato no Rio, pelo pagamento de propina da Engevix e pelas investigações do esquema de corrupção na Eletronuclear. Ao EL PAÍS, Janot admitiu que a informação em seu livro, sobre o motivo da prisão de Temer, foi um erro e que será corrigido.
Questionada sobre a razão de a delação envolvendo Temer não despertar o “interesse público” em 2016, a força-tarefa do Paraná disse que “houve consenso entre mais de 20 procuradores” a respeito. A procuradoria não respondeu por que procuradores do Rio de Janeiro usaram a mesma delação em 2019 para prender Temer. “Relatos de colaboradores avaliados como inconsistentes, incompletos ou desprovidos de provas podem ser recusados”, afirmou o MPF do Paraná em nota enviada ao EL PAÍS. Afirmaram ainda que “as forças-tarefas participam das negociações e opinam, mas a palavra final é do procurador-geral.”
Procurado, o advogado Antônio Figueiredo Basto, que atende Antunes, também afirmou que não pode comentar sobre como se deu a negociação da delação de seu cliente, pois o caso está sob sigilo. Os procuradores do Rio não quiseram comentar o assunto.
Michel Temer é réu em seis processos criminais. Ele foi absolvido sumariamente nesta semana, sem julgamento, em um desses processos, por obstrução de Justiça, justamente o que analisava isoladamente se o ex-presidente causou embaraço à Justiça quando falou “tem que manter isso” ao empresário Joesley Batista. A assessoria de Temer também foi questionada a respeito do conteúdo desta reportagem, mas até a publicação não havia respondido.

Othelino: 30 anos da Constituição do MA é resgate da história
Presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto acompanhado do deputado estadual Zé Gentil, que também foi deputado constituinte 
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão - ALEMA, deputado Othelino Neto (PC do B), destacou a importância de celebrar a Constituição Estadual e do respeito às diferenças, durante a sessão solene realizada em homenagem aos 30 anos da Constituinte, nesta quinta-feira (17), no Plenário Nagib Haickel. Na cerimônia, Othelino também foi condecorado com a Medalha João Evangelista, criada pela Associação dos Ex-Deputados Estaduais do Maranhão (Aedem), presidida pelo ex-deputado e deputado constituinte, Carlos Guterres.
“É um momento histórico. Enquanto alguns ousam insultar a Constituição e o direito de obedecê-la, é essencial que enfatizemos a importância do respeito à Constituição Estadual e à Constituição Federal como o pilar principal do Estado Democrático de Direito”, declarou Othelino.
Já ao pronunciar-se durante a cerimônia, o presidente chamou a atenção para o fato de algumas pessoas, atualmente, defenderem atitudes antidemocráticas, como o fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional, ignorando a história do país, que já amargou a experiência da ditadura militar, e da dificuldade em respeitarem e conviverem com as diferenças.
“Nós, do Poder Legislativo, não temos nem a pretensão da unanimidade, porque a unanimidade é a antítese do que representa o Parlamento. Nós precisamos, no Brasil, nessa quadra histórica saber, sobretudo, respeitar as diferenças. Entender que as diferenças não nos tornam inimigos”, garantiu.
Ao ressaltar a importância da homenagem aos 30 anos da Constituição Estadual, Othelino Neto reforçou a defesa do Estado Democrático de Direito e da relação harmônica entre os poderes constituídos. “Este é um momento de desagravo à nossa Constituição e de defesa do Estado Democrático de Direito, de defesa dessa relação que eu não canso de repetir: o Maranhão é um exemplo para o Brasil de relação harmônica e respeitosa entre os Poderes, incluindo os órgãos autônomos”.
“Nós, como servidores públicos que somos, temos o dever de ter um diálogo com esses Poderes. Quem ganha com esse diálogo é a sociedade. Independentemente de opção religiosa e ideológica, devemos todos estar juntos sob uma bandeira, que é de todos nós: a democracia do nosso Brasil, que muitos perderam a vida para que pudéssemos conquistá-la. Viva o Brasil, viva o Maranhão, viva o Estado Democrático de Direito”, finalizou Othelino.

Shopping da Ilha aumenta a taxa de cobrança de estacionamento
Shopping da Ilha aumentou o preço da taxa de estacionamento
Um verdadeiro abuso ao consumidor em São Luís e ninguém toma uma providência. O Shopping da Ilha aumentou o valor cobrado no estacionamento, de R$ 7,00 para R$ 8,00. Um cidadão que fez a denúncia ao Blog, afirma, comprovadamente com recibos, ter permanecido apenas 50 minutos no estacionamento do shopping e teve que pagar R$ 8,00.
O consumidor ainda contestou o porquê de estar pagando 3 horas de permanência, sendo que ficou menos de 1 hora no local.
Em nível de Brasil, já há uma pressão no Supremo Tribunal Federal – STF, para que estacionamentos particulares cobrem o valor que o cliente utilizar o estabelecimento, ou seja, o valor fracionado, proporcional ao tempo e valor. Os ministros da corte ainda estão divididos sobre esta questão, o certo é que é um verdadeiro abuso que se comete diariamente no Shopping da Ilha.
Em tempo: se você paga R$ 8,00 por uma permanência de 3 horas no estacionamento, mesmo que você saia rapidamente do shopping, para pegar um documento, e voltando ainda no prazo, você tem que pagar novamente a taxa.

Vereador faz graves denúncias e promete encaminhá-las ao Ministério Público
O dinheiro que as prefeituras maranhenses arrecadam com a Contribuição de Iluminação Pública – CIP é uma verdadeira Caixa-preta que precisa ser investigada pelo Ministério Público.
Uma grave denúncia está vinda de Bacabal, em que recentemente o prefeito da cidade aumentou a alíquota de arrecadação da CIP em mais de 100%. Contrários a esta decisão, os vereadores Cesar Brito e Coronel Egídio estão numa batalha na justiça para derrubar os abusos do prefeito Edvan Brandão.
O vereador César Brito, ocupou a tribuna da Câmara Municipal de Bacabal, na sessão da última quarta-feira (16), e atribuiu ao deputado estadual Roberto Costa, que faz as vezes do prefeito, a responsabilidade pelo não cumprimento das promessas de campanha. “isso é coisa de Roberto Costa, deputado mentiroso, forasteiro e sem família”, afirmou o parlamentar
Em outra grave denúncia, Brito afirmou que o dinheiro da Contribuição de iluminação pública que os bacabalenses pagam vinculados à conta de energia está servindo para comprar FAZENDAS e CAMINHONETES TOYOTA SW4.
“O [vereador] Coronel Egídio perguntou para onde estava indo o dinheiro da iluminação publica que eles arrecadam R$ 1,1 milhão. Tá servindo para comprar fazendas e SW4, não está servindo para outra coisa”. Finalizou o vereador, que promete enviar as graves denúncias ao Ministério Público. 
Em tempo: este Blog tem acesso aos números da previsão e arrecadação da CIP de vários municípios maranhenses, inclusive o de Bacabal. 
E mais: em nova postagem estes valores serão divulgados, tal qual denunciamos com exclusividade, os valores arrecadados em São Luís.  
quinta-feira, 17 de outubro de 2019

No Brasil, a “uberização” e a precarização do mercado de trabalho andam juntas

*Por Jadson Pires
A precarização do mercado de trabalho do povo brasileiro obteve aumentos estratosféricos nos últimos quatro anos (2016 a 2019). Somem a isso, os grandes especuladores de mercados que viram a oportunidade na grave crise institucional, política e econômica, criada, umbilicalmente, por membros da operação lava-jato, que enfraqueceu a economia do país, quebrou empresas gigantescas, gerando um desemprego em massa e uma grande recessão desde 2014.
O impacto da operação gerou uma verdadeira “bomba atômica” na economia do país, destruindo empreiteiras, falindo empresários, políticos foram presos e o resultado disso tudo foi uma devastação no mercado de trabalho dos brasileiros, aumento da extrema pobreza, famílias endividadas, jovens sem oportunidades que não tiveram outro alento a não ser o trabalho informal, a “uberização” da praça trabalhadora, engenheiros e demais profissionais desempregados, migraram para este novo ramo de negócio.
Faturamento da UBER em 2018, no mercado brasileiro foi de mais de R$ 4 Bilhões
Em recente levantamento, a empresa/aplicativo “uber”, informou que em 2018, a empresa faturou US$ 959 Milhões de dólares no Brasil, e para este ano, estimou receitas em torno de R$ 5 Bilhões, no mercado brasileiro. Sem compromissos trabalhistas, sem encargos e sem nada a empresa fatura dinheiro no mercado nacional utilizando-se justamente desta precarização do mercado de trabalho, tão defendida por membros que lutaram para afastar ilegalmente um governo eleito pelos brasileiros.
Enfim, desde 2016, o Brasil volta a ser o que grandes especuladores mundiais sempre sonharam: um país de oportunidade para faturar dinheiro com a desgraça do povo sofrido. 
*É licenciado em Letras, empresário, gestor ambiental e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda  

Erlânio Xavier apoiou a criação de consórcio municipal
Presidente da FAMEM, Erlânio Xavier apoiou a criação da nova entidade
Prefeitos de oito municípios maranhenses se uniram para criação do Consórcio Maranhão com objetivo de ampliar a mobilidade das ações da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão. O ato de fundação do novo consórcio ocorreu na manhã desta quarta-feira (16) na sede da Famem, em São Luís, em reunião convocada pelo presidente Erlânio Xavier, autor da iniciativa de criação da entidade.
Vinculado à Famem, o consórcio terá como presidente o prefeito Juran Carvalho (Presidente Dutra); vice-presidente Jailson Fausto Alves (Lima Campos) e secretário geral Júnior Cascaria (Poção de Pedras). O conselho fiscal contará com a participação dos prefeitos Erlanio Xavier (Igarapé Grande), André Dourado (Carutapera), Maria da Luz (Governador Eugênio Barros) e dos suplentes Eudina Costa (Bernardo do Mearim) e Edijacir Leite (Lago dos Rodrigues).
Juran Carvalho acredita numa adesão em massa dos gestores maranhenses ao consórcio em curto espaço de tempo. “Vejo o Consórcio Maranhão como um grande avanço para todos os prefeitos do estado, principalmente pelo seu vínculo com a Famem. Através deste instrumento os gestores vão poder obter recursos junto ao governo federal para seus municípios”, sublinhou o prefeito Juan Carvalho. Para o presidente do Consórcio, este será uma alternativa para os municípios em situação de inadimplência.
Como entidade jurídica de direito público de natureza autárquica, o Consórcio será uma ferramenta para que a Famem obtenha maiores conquistas nos pleitos do movimento municipalista no estado. Por meio do Consórcio Maranhão, as prefeituras consorciadas conseguirão maior poder de manobra em ações administrativas e operações financeiras.
Sem qualquer custo, os prefeitos poderão se participar do consórcio a qualquer momento de maneira espontânea e incondicional. Entre os benefícios, o consorciado poderá participar de compras coletivas, permitindo aquisição de produtos com registro de preços mais reduzidos e licitações mais céleres.
O consórcio possibilitará ainda resolução de alguns problemas comuns enfrentados pelos gestores de municípios de médio e pequeno porte, como a questão do lixo. São problemas como, por exemplo, a destinação de resíduos em obediência às leis da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O prazo para adequação dos municípios se encerra em julho de 2020, para municípios com população acima de 50 mil habitantes. Para os municípios de população inferior a este contingente, o prazo se estende a mais um ano.
terça-feira, 15 de outubro de 2019

No total já foram empenhados mais de R$ 20 Milhões apenas em 2019
Prefeito Edivaldo e a secretária de comunicação, Conceição Castro 
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) gasta mais dinheiro com propaganda do que com asfalto que ele tanto gosta. Apenas neste ano de 2019, ele já pagou à Enter Propaganda e Marketing, a bagatela de R$ 11.496.602,86 (Onze Milhões, Quatrocentos e Noventa e Seis Mil Reais). O valor é desproporcional ao gasto com asfalto que ele joga na véspera e até em ano de eleição em São Luís.
Ao todo, já foram reservados apenas neste ano, R$ 20.500.000,00 (Vinte Milhões e Quinhentos Mil Reais), a última Nota de Empenho, no valor de R$ 5.500.000 (Cinco Milhões e Quinhentos Mil Reais) foi feita na sexta-feira (11). 
Em tempo: se levarmos em consideração, Agosto, Setembro e Outubro, este valor passa para R$ 7,5 Milhões em menos de 3 meses, conforme mostra os quadro de repasses de dinheiro, acima. 
E mais: a expectativa para última ano de mandato de Edivaldo é que o contrato seja aditivado em mais R$ 25 Milhões, conforme prevê o orçamento 2020.

Seguranças de deputado agridem rapaz por causa de copo de Whisky
Deputado "paraibano" disse que se o rapaz tivesse ficado "na dele" não teria acontecido a confusão 
Uma verdadeira confusão que foi parar na delegacia de Pinheiro foi armada em festa promovida pelo deputado estadual Leonardo Sá (PL), semana passada a confusão foi com seu padrinho político, Josimar Maranhãozinho, que também se encontrava na festa, agora o barraco foi armado por causa de um rapaz que pegou o copo de Whisky do deputado Leonardo Sá, acabou levando uns ‘catiripapos’ dos seguranças do parlamentar e foi parar na prisão.
Um homem identificado como Leandro Guterres Ribeiro, explicou nas redes sociais, que teria pego, por engano, o copo de whisky do deputado. Ainda segundo o rapaz, ele disse que encontrou um amigo na mesa do parlamentar e ficou no local. “Num certo momento paguei [peguei] um copo de wysk que estava encima [em cima] da mesa pensando que era meu, mas me enganei, era o de Leonardo [Sá]. Quando ele viu, ficou muito irritado apontado o dedo pra mim e me esculhambando”, disse.
Leandro Guterres, disse que o deputado chamou os seguranças do que agiram com truculência e lhe retiraram do camarote. “Eu ainda tentei pedir desculpas […] a polícia me levou para o dp, passei o resto da noite lá e pela manhã o delegado me liberou”.
Também pelas redes sociais, o deputado Leonardo Sá, falando com uma pessoa, não desmentiu a confusão e disse no bom tom paraibano. “Sio uma coisa eu te digo: se ele tivesse na dele, tranquilo, bebendo a cachaça dele ninguém triscava nele não”. 
Veja abaixo, as imagens das conversas do aplicativo.


Detran do Maranhão está cobrando R$ 30 por consulta na internet
Um verdadeiro abuso ao consumidor!!! O Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão – DETRAN, está cobrando R$ 61,30 para emissão de segunda via da Carteira Nacional de Habilitação – CNH, sendo que R$ 31,30 é o valor do custo da CNH, os R$ 30,00 são cobrados por uma “consulta” ao Registro Nacional da CNH – verdadeiro roubo!!!
Esta “consulta” ao RENACH é feita de forma On-line, sem gastos nenhum para o órgão de trânsito do Maranhão.
Em tempo: se já não bastasse os inúmeros abusos, quem teve o documento furtado, extraviado, perda, e ou roubado, tem ainda que registrar um Boletim de Ocorrência nas delegacias do Maranhão.
E mais: como se fosse tarefa fácil, registrar um B.O nas delegacias do Maranhão.
Pra fechar: eita mundo difícil para trabalhador.    

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